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MP Eleitoral mantém posição contra candidatura de Arruda ao governo do DF

MPE reforça no TSE posição pela inelegibilidade de José Roberto Arruda, que segue em campanha enquanto recurso é analisado.

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MP Eleitoral mantém posição contra candidatura de Arruda ao governo do DF
Imagem ilustrativa

Manifestação enviada ao TSE defende a inelegibilidade do candidato do PSD, que pode seguir em campanha enquanto o caso é analisado.

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O Ministério Público Eleitoral (MPE) reiterou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o entendimento de que José Roberto Arruda (PSD) está inelegível e não deve ter o registro de candidatura ao Governo do Distrito Federal aceito nas eleições de 2026. A manifestação responde a um recurso apresentado pelo ex-governador contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF).

O TRE-DF rejeitou por unanimidade o registro da chapa de Arruda no dia 3, após duas impugnações, uma delas apresentada pelo próprio MPE. O processo está sob relatoria do ministro Dias Toffoli no TSE e ainda não tem data para julgamento.

Entendimento sobre a inelegibilidade

Segundo o Ministério Público, o prazo de inelegibilidade deve ser contado a partir da segunda condenação de Arruda por improbidade administrativa, em 12 de dezembro de 2018. A defesa sustenta que as restrições previstas pela Lei da Ficha Limpa já terminaram e que o candidato está elegível.

Datas citadas no debate sobre inelegibilidade

julho de 2014
Primeira condenação mencionada
citada pelo relator
12 de dezembro de 2018
Segunda condenação
marco defendido pelo MPE
junho de 2026
Condenação mais recente
alternativa citada pelo relator

Infográfico com dados das fontes citadas na notícia.

No julgamento regional, o relator, desembargador eleitoral Guilherme Pupe, considerou que as sete condenações ligadas ao político não poderiam ser tratadas como processos conexos para unificar os períodos de inelegibilidade. Para ele, a contagem poderia partir de 2018 ou da condenação mais recente, de junho de 2026; nas duas hipóteses, Arruda não poderia disputar a eleição deste ano.

Marco citado no processo Data
Primeira condenação mencionada julho de 2014
Segunda condenação dezembro de 2018
Condenação mais recente junho de 2026

Campanha continua enquanto há recurso

O MPE também se posicionou contra um pedido para interromper imediatamente o repasse de verbas e a propaganda eleitoral de Arruda. De acordo com o órgão, o TRE-DF agiu corretamente ao permitir que a campanha continue enquanto o registro estiver sob análise judicial.

Nessa condição, Arruda pode fazer campanha e ter a foto exibida na urna. Os votos recebidos pela chapa são contabilizados normalmente até a decisão definitiva.

O que pode ocorrer no TSE

Se o TSE aceitar o registro, os votos serão validados em definitivo. Caso a Corte mantenha o entendimento do TRE-DF e negue a candidatura, os votos destinados à chapa serão anulados.

Antes do envio do caso ao TSE, o TRE-DF rejeitou dois embargos de declaração apresentados por Cláudio Ferreira Domingues, candidato a deputado distrital pelo DEM e autor de uma das impugnações. O tribunal aplicou a ele multa de um salário mínimo por considerar os recursos protelatórios; o MPE defendeu a manutenção dessa decisão.

Com informações de g1.

Autor

Tiago da Silva Cândido

Tiago da Silva Cândido é especialista em SEO em Maceió (AL), com atuação em SEO técnico, e-commerce na plataforma VTEX, SaaS e link building. Coordena o link building da AceleraVix e o SEO da D2UN, e já passou por Moskit CRM, Agência FG e Carajás Home Center. Publica conteúdo em mais de 2.000 sites parceiros e é o responsável pelo Revista Ideal.

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