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NASA mostra como o tratamento de imagens revela a galáxia de Andrômeda

NASA compara imagens de Andrômeda antes e depois do tratamento digital e explica quais marcas foram reduzidas.

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Galáxia de Andrômeda
Foto: Lviatour/Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.5)

Comparação publicada pela agência espacial expõe marcas de aviões, satélites e falhas da câmera na imagem original.

A NASA publicou em 27 de setembro de 2026 uma comparação entre imagens da galáxia de Andrômeda, também chamada M31, antes e depois do tratamento digital. O objetivo foi mostrar como marcas produzidas durante a observação da Terra podem ser reduzidas para deixar a galáxia mais visível.

A imagem original reúne 223 registros, cada um com exposição de 300 segundos, feitos em 2019 a partir de um observatório instalado em um jardim em Portugal. Andrômeda é a grande galáxia mais próxima da Via Láctea, segundo a explicação que acompanha a publicação da NASA.

O que aparece na imagem original

A longa exposição registrou não apenas a luz vinda de Andrômeda, mas também interferências presentes no céu observado da Terra e imperfeições da câmera digital. Esses elementos ficam visíveis na versão anterior ao tratamento e não fazem parte da galáxia.

InfográficoOs dados da imagem de Andrômeda

Registros usados na comparação publicada pela NASA.

223
imagens reunidasRegistros usados na imagem original
  • 223Imagens reunidasRegistros da galáxia
  • 300 segundosExposição por imagemTempo de cada registro
  • 2019Ano dos registrosImagens feitas em Portugal
Fonte: NASARevista Ideal

Entre as marcas apontadas pela NASA estão:

  • Rastros paralelos deixados por aviões;
  • Trajetórias contínuas de satélites;
  • Riscos curtos causados por raios cósmicos;
  • Pixels defeituosos da câmera.

Como a imagem foi tratada

Apesar da referência ao Photoshop no título da publicação, a NASA esclarece que esse programa não foi usado especificamente para retirar as marcas. A redução das interferências foi feita com diferentes programas de processamento de imagens astronômicas, entre eles Astro Pixel Processor, DeepSkyStacker e PixInsight.

Segundo a agência, o trabalho não teve o propósito de criar uma aparência fictícia para Andrômeda. A intenção foi diminuir os sinais que surgiram na captação feita da Terra, mas não pertencem à galáxia distante, para representá-la com mais fidelidade.

Com informações de science.nasa.gov.

Foto de capa: Lviatour/Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.5)

Autor

Tiago da Silva Cândido

Tiago da Silva Cândido é especialista em SEO em Maceió (AL), com atuação em SEO técnico, e-commerce na plataforma VTEX, SaaS e link building. Coordena o link building da AceleraVix e o SEO da D2UN, e já passou por Moskit CRM, Agência FG e Carajás Home Center. Publica conteúdo em mais de 2.000 sites parceiros e é o responsável pelo Revista Ideal.

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