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Morte de oficial da Marinha em alojamento na USP é investigada em São Paulo

Morte da segundo-tenente Beatriz Fickert Santoro em alojamento da Marinha na USP é investigada em São Paulo.

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Hospital Universitário da Universidade de São Paulo
Foto: Felipe Corrêa da Silva SanchesRafael Humberto de Lima Moretti/Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.5)

Boletim de ocorrência aponta que o corpo foi levado ao hospital antes da perícia; Marinha afirma que a militar foi encontrada desfalecida.

A morte da segundo-tenente da Marinha Beatriz Fickert Santoro, de 33 anos, é investigada após ela ser encontrada em um alojamento do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo, na Cidade Universitária da USP, no Butantã. O caso ocorreu na quinta-feira, 24 de setembro, e as causas da morte ainda são apuradas pela corporação e por autoridades periciais.

A Marinha informou que a engenheira mecânica foi encontrada desfalecida, recebeu atendimento médico na unidade e foi levada ao Hospital Universitário da USP (HU-USP), onde a morte foi constatada. Já o boletim de ocorrência registrado como morte suspeita indica que ela chegou sem vida ao hospital e que seu corpo havia sido retirado da base antes dos procedimentos periciais.

Versões sobre o atendimento

A mãe da oficial, Soraia Fickert, afirmou ao g1 que a filha era saudável e que já estava morta havia mais de duas horas quando foi encontrada. Segundo ela, uma médica do hospital se recusou a assinar o atestado de óbito, o que levou ao acionamento da Polícia Federal.

A Marinha não informou se a expressão “desfalecida”, usada em sua nota, significava que Beatriz estava desacordada ou já sem vida no alojamento. A corporação declarou que presta assistência social, psicológica e religiosa aos familiares.

O que consta no boletim de ocorrência

O registro foi feito no 7º Distrito Policial, na Lapa, para solicitar o recolhimento do corpo. De acordo com o documento, a Polícia Militar foi chamada por volta das 21h ao HU-USP após a recusa da médica em emitir o atestado de óbito.

Uma capitã que se apresentou como médica da Marinha levou Beatriz ao hospital, segundo o BO. O texto aponta a necessidade de investigar tanto as circunstâncias da morte quanto os fatos posteriores, pois o local teria sido alterado e o corpo removido antes da perícia. O documento cita, em tese, a possibilidade de eventual fraude processual.

Atuação das autoridades

Como a vítima era oficial da Marinha, a ocorrência havia sido inicialmente registrada pela Polícia Federal, conforme o boletim. Após ser procurada pela Polícia Civil, a PF solicitou perícia no local e o recolhimento do corpo, ainda segundo o registro.

A Secretaria da Segurança Pública informou que a PM foi acionada no hospital por causa da recusa em emitir o atestado. Em comunicado, a Polícia Militar declarou que Beatriz foi localizada sem sinais vitais no alojamento da Marinha instalado nas dependências da USP.

Com informações de g1.

Foto de capa: Felipe Corrêa da Silva SanchesRafael Humberto de Lima Moretti/Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.5)

Autor

Tiago da Silva Cândido

Tiago da Silva Cândido é especialista em SEO em Maceió (AL), com atuação em SEO técnico, e-commerce na plataforma VTEX, SaaS e link building. Coordena o link building da AceleraVix e o SEO da D2UN, e já passou por Moskit CRM, Agência FG e Carajás Home Center. Publica conteúdo em mais de 2.000 sites parceiros e é o responsável pelo Revista Ideal.

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