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Metrô de São Paulo usa protocolo para atender casos de parada cardíaca

Entenda como o Código R mobiliza funcionários do metrô de São Paulo para atender uma parada cardíaca antes da chegada da equipe médica.

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Metrô de São Paulo
Foto: Wilfredor/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Chamado de Código R, procedimento mobiliza funcionários treinados antes da chegada da equipe médica.

O metrô de São Paulo aciona um protocolo de emergência chamado Código R quando uma pessoa sofre uma parada cardíaca em suas dependências. Seguranças da estação chamam funcionários treinados para iniciar o socorro antes da chegada de uma equipe médica.

O funcionamento do protocolo foi explicado pelo cardiologista Sérgio Timerman e pela médica emergencista Camila Lunardi em um episódio do CNN Sinais Vitais, gravado em uma estação. Segundo Timerman, agir rapidamente é parte da chamada corrente da sobrevivência, uma sequência de medidas de atendimento à parada cardíaca.

Como funciona o Código R

Ao identificar a emergência, os seguranças acionam o protocolo e um funcionário capacitado vai até a pessoa, de acordo com Timerman. Ele afirma que a corrente da sobrevivência tem seis elos, dos quais três ocorrem antes da chegada do serviço médico:

  • Reconhecer a parada cardíaca.
  • Chamar o socorro.
  • Iniciar compressões cardíacas eficazes.

As compressões são feitas até a chegada do desfibrilador, explicou o cardiologista. Segundo ele, muitas paradas cardíacas estão associadas a um ritmo cardíaco desordenado, razão pela qual o equipamento é usado nas etapas seguintes do atendimento.

Sobrevida e risco de desidratação

Timerman afirma que o metrô mantém esse sistema de atendimento há 20 anos. Segundo ele, a taxa de sobrevida registrada na primeira pesquisa foi de 34% e atualmente chega a aproximadamente 40%. O especialista não detalhou, nas informações divulgadas, o período nem o número de casos avaliados nessas pesquisas.

InfográficoO atendimento à parada cardíaca no metrô

Etapas e resultados citados pelo cardiologista Sérgio Timerman

aproximadamente 40%
Sobrevida atualTaxa informada pelo cardiologista
  • seis elosCorrente da sobrevivência
  • 20 anosSistema no metrô
  • 34%Primeira pesquisaTaxa de sobrevida registrada
  • aproximadamente 40%Sobrevida atualTaxa informada por Timerman
Fonte: Sérgio Timerman, em entrevista à CNN BrasilRevista Ideal

Lunardi explicou que a desidratação grave também pode levar a uma parada cardíaca ao reduzir o volume de sangue em circulação. O risco existe especialmente em pessoas idosas cujo coração já apresenta problemas, segundo a médica. Ela disse que, diferentemente de uma parada súbita associada a um infarto, esse quadro pode se desenvolver de forma mais lenta.

Com informações de CNN Brasil.

Foto de capa: Wilfredor/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Autor

Tiago da Silva Cândido

Tiago da Silva Cândido é especialista em SEO em Maceió (AL), com atuação em SEO técnico, e-commerce na plataforma VTEX, SaaS e link building. Coordena o link building da AceleraVix e o SEO da D2UN, e já passou por Moskit CRM, Agência FG e Carajás Home Center. Publica conteúdo em mais de 2.000 sites parceiros e é o responsável pelo Revista Ideal.

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