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Câmara adota trabalho híbrido para servidores durante período eleitoral

Câmara autoriza trabalho híbrido para servidores em alguns setores durante as eleições, com até 20 horas remotas por semana.

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Senado Federal
Foto: Wilson Dias/ABr/Wikimedia Commons (CC BY 3.0 br)

Medida permite até 20 horas remotas por semana em alguns setores, sem reduzir a jornada de 40 horas.

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A Câmara dos Deputados autorizou, em caráter excepcional e temporário, o trabalho híbrido para servidores de alguns setores durante o período eleitoral. A decisão da Diretoria-Geral ocorre enquanto o Congresso tem poucas atividades deliberativas, com parlamentares envolvidos nas campanhas nos estados.

Pelas regras, os funcionários podem cumprir remotamente até 20 horas por semana, desde que a modalidade seja adotada pelos gestores de cada unidade. A Câmara afirma que não houve redução da carga de trabalho, que permanece em 40 horas semanais.

Como funciona o regime híbrido

Segundo a assessoria de imprensa da Câmara, a definição sobre o trabalho híbrido dependerá das características de cada área. As chefias deverão acompanhar a produtividade dos servidores que realizarem parte das atividades fora das dependências da Casa.

InfográficoRegras do trabalho híbrido na Câmara
  • 40 horasCarga semanalmantida pela Câmara
  • 20 horas semanaisLimite remotono máximo
  • 31 de julhoInício do esvaziamentofim do recesso parlamentar
Fonte: CNN BrasilRevista Ideal

A administração da Câmara informou que a medida busca racionalizar o uso da estrutura administrativa e reduzir despesas, sem comprometer os serviços nem o atendimento das demandas institucionais.

Congresso tem agenda reduzida

O Congresso está esvaziado desde o fim do recesso parlamentar, em 31 de julho, devido às campanhas eleitorais. Deputados e senadores realizaram apenas duas semanas de esforço concentrado para votar projetos, e o segundo semestre costuma ter calendário legislativo mais restrito em anos de eleição.

Antes do pleito, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva teve poucos avanços no Legislativo, segundo a CNN Brasil. A medida provisória que extingue a chamada taxa das blusinhas, imposto de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, foi aprovada pela Câmara e pelo Senado; já propostas como o fim da escala 6×1 e a PEC da Segurança Pública foram deixadas para depois das eleições.

Situação no Senado

A CNN Brasil questionou o Senado Federal sobre uma possível adoção de regime semelhante para seus servidores. Não houve resposta até a publicação da reportagem.

A autorização da Câmara vale apenas para parte das áreas administrativas e mantém o controle de produtividade pelas chefias, de acordo com a Casa.

Com informações de CNN Brasil.

Foto de capa: Wilson Dias/ABr/Wikimedia Commons (CC BY 3.0 br)

Autor

Tiago da Silva Cândido

Tiago da Silva Cândido é especialista em SEO em Maceió (AL), com atuação em SEO técnico, e-commerce na plataforma VTEX, SaaS e link building. Coordena o link building da AceleraVix e o SEO da D2UN, e já passou por Moskit CRM, Agência FG e Carajás Home Center. Publica conteúdo em mais de 2.000 sites parceiros e é o responsável pelo Revista Ideal.

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