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Artigo associa frase de Lula na ONU ao debate sobre soberania do Brasil

Artigo de opinião relaciona frase de Lula na ONU a livro de economista e debate soberania, eleição e defesa nacional.

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Luiz Inácio Lula da Silva
Foto: Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Economista afirma que o presidente usou o título de seu livro de 2019 em discurso e discute riscos à autonomia nacional.

Um artigo de opinião publicado pela Folha nesta quarta-feira, 24 de setembro de 2026, relaciona a frase usada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um discurso na ONU ao debate sobre soberania nacional. Segundo o autor, economista e responsável pelo livro O Brasil Não Cabe no Quintal de Ninguém, lançado em 2019, Lula disse que “o Brasil não cabe no quintal de ninguém” e foi aplaudido.

O colunista afirmou ter se sentido honrado pela referência ao título da obra e avaliou que a expressão pode se tornar um slogan da campanha eleitoral. O texto, porém, sustenta que a discussão vai além da disputa política e envolve a posição do país no mundo.

Argumentos sobre o peso do país

No artigo, o economista cita o território, a população e a economia brasileiros como elementos que, em sua avaliação, dão ao país relevância internacional. Ele escreve que o Brasil ocupa a quinta posição territorial, a sétima em população e a oitava em tamanho da economia mundial.

O autor também menciona reservas de terras raras, minerais críticos, urânio, petróleo e minério de ferro, além da biodiversidade e da produção cultural do país. Essas características, segundo ele, ajudam a explicar por que a defesa da soberania deve ser tratada como um tema central.

Críticas a Flávio Bolsonaro e aos Estados Unidos

A análise traz críticas ao senador Flávio Bolsonaro, citado pelo colunista como candidato à Presidência. O autor diz que o político se apresenta como alinhado ao governo dos Estados Unidos comandado por Donald Trump e menciona uma declaração atribuída a ele sobre disponibilizar uma equipe de transição ao governo americano em caso de vitória eleitoral.

O texto também classifica a política externa dos Estados Unidos como agressiva e intervencionista. Segundo o articulista, documentos e declarações do governo Trump apontariam o hemisfério Ocidental como área de influência exclusiva do país.

Defesa e cooperação internacional

Para o economista, uma eventual reeleição de Lula não eliminaria os desafios ligados à soberania. Ele afirma que o Brasil não está suficientemente preparado para enfrentamentos militares e defende o reforço da Defesa nacional.

O colunista sugere que esse esforço seja feito com recursos próprios e cooperação militar e tecnológica com França, Turquia, Irã, Rússia e China. As posições apresentadas no texto são do autor e, conforme aviso da Folha, artigos assinados não representam necessariamente a opinião do jornal.

Com informações de redir.folha.com.br.

Foto de capa: Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Autor

Tiago da Silva Cândido

Tiago da Silva Cândido é especialista em SEO em Maceió (AL), com atuação em SEO técnico, e-commerce na plataforma VTEX, SaaS e link building. Coordena o link building da AceleraVix e o SEO da D2UN, e já passou por Moskit CRM, Agência FG e Carajás Home Center. Publica conteúdo em mais de 2.000 sites parceiros e é o responsável pelo Revista Ideal.

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