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Eleições 2026

Campanha de Flávio Bolsonaro tenta reduzir rejeição na reta final

Campanha de Flávio Bolsonaro aposta em imagem moderada para tentar reduzir rejeição antes do primeiro turno de 2026.

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Flávio Bolsonaro
Foto: Agência Senado/Wikimedia Commons (Attribution)

Equipe do senador aposta em imagem mais moderada e em críticas ao governo Lula antes do primeiro turno.

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, avalia que ainda pode reduzir a rejeição ao senador na reta final do primeiro turno das eleições de 2026. Integrantes da equipe pretendem manter a estratégia em curso, apostando em uma imagem mais moderada do que a associada ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira (24) apontou que 45% dos eleitores rejeitam Flávio Bolsonaro, mesmo percentual registrado para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição. Os dois aparecem, portanto, empatados como os presidenciáveis com maior rejeição no levantamento.

Estratégia sem mudanças amplas

Segundo a avaliação interna relatada pela campanha, Flávio vem crescendo nas pesquisas de intenção de voto. Por isso, o grupo não pretende fazer mudanças amplas na estratégia adotada até aqui.

A comunicação deve seguir apresentando o senador como um Bolsonaro com perfil próprio, mas também como o escolhido para dar continuidade ao legado do pai. Em agendas de campanha, ele tem levado imagens e quadros de Jair Bolsonaro, inclusive em trios elétricos.

Imagem moderada e críticas direcionadas

A campanha busca diferenciar Flávio do pai ao evitar ataques ao Supremo Tribunal Federal como instituição. As críticas têm sido direcionadas a ministros específicos, como Alexandre de Moraes e Flávio Dino.

A equipe também explora temas como o endividamento dos brasileiros para aproximar o candidato do eleitorado. Flávio tem dito que sua postura seria radical apenas no endurecimento da segurança pública contra o crime organizado.

Família e eleitorado de centro

A esposa do senador, Fernanda Bolsonaro, ganhou espaço nas ações de campanha como parte da tentativa de apresentar um lado mais pessoal do candidato. A equipe também já explorou a presença de Rogéria Bolsonaro, mãe de Flávio, além de sua religião e trajetória pessoal.

Entre os objetivos está ampliar a força do antipetismo entre eleitores de direita e de centro. As peças publicitárias têm criticado a economia e a segurança pública do governo petista e mencionado suspeitas envolvendo Lulinha, filho do presidente Lula, numa estratégia de associar a atual gestão à corrupção.

O que a campanha espera

Integrantes da equipe consideram que parte da rejeição a Flávio é herdada da imagem de Jair Bolsonaro. A aposta é que eleitores possam se identificar mais com o senador à medida que conheçam seu discurso e sua história nos últimos dias antes do primeiro turno.

Com informações de CNN Brasil.

Foto de capa: Agência Senado/Wikimedia Commons (Attribution)

Autor

Tiago da Silva Cândido

Tiago da Silva Cândido é especialista em SEO em Maceió (AL), com atuação em SEO técnico, e-commerce na plataforma VTEX, SaaS e link building. Coordena o link building da AceleraVix e o SEO da D2UN, e já passou por Moskit CRM, Agência FG e Carajás Home Center. Publica conteúdo em mais de 2.000 sites parceiros e é o responsável pelo Revista Ideal.

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