Segundo a Polícia Militar, suspeito invadiu a residência da vítima em Cabeceira Grande e não aceitava o fim do relacionamento.
Um homem foi preso depois de invadir a casa da ex-companheira e mantê-la em cárcere privado em Cabeceira Grande, em Minas Gerais, na terça-feira (22). Segundo a Polícia Militar, a mulher se preparava para ir à igreja quando foi surpreendida pelo ex-companheiro.
A ocorrência chegou à polícia após uma denúncia feita pela irmã do suspeito. Conforme o relato registrado pelos militares, o homem não aceitava o término do relacionamento, ocorrido no domingo (20).
Como a polícia foi chamada
A irmã do homem informou à PM que a ex-cunhada era mantida contra a vontade dentro da residência. Ela disse que tentou conversar com o irmão para que ele liberasse a mulher, mas teria recebido um tapa no rosto e sido ameaçada de morte se acionasse a polícia.
Quando os militares chegaram ao endereço, o suspeito disse que a ex-companheira estava no imóvel. A mulher saiu em seguida e foi ouvida separadamente pela equipe policial.
Relato da vítima
De acordo com o depoimento da mulher à PM, o homem pulou o muro da casa, entrou no imóvel, pegou o celular dela e a obrigou, com força física, a permanecer no local. Ela relatou que conseguiu pedir ajuda ao dizer que passava mal e solicitar que o suspeito ligasse para a mãe dele.
A mãe teria desconfiado da situação e enviado a filha à residência. Foi a irmã do homem quem, posteriormente, fez o chamado à Polícia Militar.
Histórico informado à PM
A vítima afirmou que já havia registrado uma ocorrência anterior de agressão contra o suspeito, que foi preso naquela ocasião. Segundo ela, também houve um pedido de medida protetiva, mas o casal retomou o relacionamento depois.
A mulher disse aos policiais que tentou encerrar a relação outras vezes e que o ex-companheiro não aceitava a separação. Ela relatou temer pela própria vida em razão das atitudes agressivas dele.
Próximos passos
O homem foi levado à delegacia da Polícia Civil após a prisão. A fonte não informou quais medidas foram adotadas pela corporação depois do encaminhamento.
Com informações de g1.
