Foto: Thomas Hobbs/Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)
Polícia e Segurança
Por Tiago da Silva Cândido · 23 de setembro de 2026
Foto: Thomas Hobbs/Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)
Investigação aponta que os dois usavam registros de profissionais que desconheciam a fraude em hospital da zona leste da capital.
Os investigados atuavam clandestinamente no hospital desde o ano passado, de acordo com a investigação.
8.000 pacientes
A apuração aponta que eles teriam atendido cerca de 8.000 pacientes usando indevidamente registros profissionais de outros médicos.
Segundo a polícia, Mayke usava documentos de um médico homônimo de Catanduva.
A defesa de Marcos Philipe de Barros não foi localizada pela reportagem até a publicação da notícia.
Foto: Thomas Hobbs/Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)
A instituição declarou ter registrado boletim de ocorrência quando foi procurada pelas autoridades na primeira etapa da operação.
A advogada Rosana Machado, que representa Mayke Cesar, afirmou que não há elementos para comprovar dolo nas mortes investigadas.
Foto: Thomas Hobbs/Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)