Foto: Beth Castelo from Rio de Janeiro, Brasil/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
Combustíveis e Energia
Por Tiago da Silva Cândido · 24 de setembro de 2026
Foto: Beth Castelo from Rio de Janeiro, Brasil/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
Autoridades do setor discutiram em São Paulo os prazos de abertura, a proteção ao consumidor e a segurança do abastecimento.
O encontro reuniu representantes do governo federal, de agências reguladoras e do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).
Pelo cronograma citado no evento, pequenos estabelecimentos comerciais e indústrias poderão escolher de qual empresa comprar energia a partir de novembro de 2027.
Foto: Beth Castelo from Rio de Janeiro, Brasil/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
Para os demais consumidores, inclusive os residenciais, a escolha está prevista para novembro de 2028.
O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Gustavo Cerqueira Ataíde, disse que o governo trabalha para cumprir esses prazos.
R$ 180 milhões
O montante representa uma parcela relevante do orçamento de R$ 180 milhões da Aneel mencionado pelo diretor-geral.
Ele defendeu que recursos previstos em lei para a agência sejam efetivamente destinados ao órgão.
O diretor-geral do ONS, Márcio Rea, defendeu a diversificação das fontes de geração para preservar a segurança do abastecimento.
A abertura do mercado deverá ampliar gradualmente a possibilidade de consumidores escolherem seus fornecedores de energia.
Foto: Beth Castelo from Rio de Janeiro, Brasil/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
De acordo com Feitosa, a campanha de comunicação pode custar entre R$ 60 milhões e R$ 70 milhões por ano.