Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
Eleições 2026
Por Tiago da Silva Cândido · 25 de setembro de 2026
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado via Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
Propostas para triagem e diagnóstico aparecem em planos de Lula, Flávio Bolsonaro e Renan Santos, mas especialistas apontam limites para a adoção.
A inteligência artificial aparece nas propostas eleitorais de 2026 para o Sistema Único de Saúde (SUS).
Foto: Hector.carvalho/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)
Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Renan Santos (Missão) defendem, em diferentes formatos, o uso da tecnologia na organização do atendimento.
No plano de Flávio Bolsonaro, a IA é apresentada como ferramenta para acelerar o agendamento de consultas e exames e apoiar a prevenção de doenças.
O pesquisador ressalta que reorganizar pacientes sem ampliar a capacidade de atendimento tende a ter efeito limitado.
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Segundo Meira Jr., parte relevante dos dados existentes no SUS é formada por registros administrativos produzidos originalmente para faturamento, e não para uso clínico.
O Ministério da Saúde informou que não há atualmente um número nacional consolidado de pessoas à espera de atendimento no SUS.
A medida ainda está em implementação, segundo a pasta.
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O Sisreg, sistema usado para marcar consultas e procedimentos, é a fonte disponível hoje para o ministério, mas não é adotado por todos os municípios.
Em 2025, o Ministério publicou uma portaria para exigir o envio periódico e padronizado das filas à Rede Nacional de Dados em Saúde.
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