Foto: Пресс-служба Президента России/Wikimedia Commons (CC BY 4.0)
Europa
Por Tiago da Silva Cândido · 24 de setembro de 2026
Foto: Пресс-служба Президента России/Wikimedia Commons (CC BY 4.0)
Autoridades europeias relatam sabotagens, drones e desinformação, enquanto Moscou nega envolvimento.
Os episódios relatados envolvem a Alemanha, a Polônia, a Dinamarca e a Lituânia, em meio à guerra iniciada pela invasão russa do território ucraniano.
Foto: Влада на Република Северна Македонија/Wikimedia Commons (domínio público)
O Kremlin nega de forma recorrente participação em atividades híbridas e acusa o Ocidente de conduzir medidas coercitivas contra a Rússia.
Foto: Пресс-служба Президента России/Wikimedia Commons (CC BY 4.0)
O serviço de inteligência de defesa da Dinamarca avaliou, na quinta-feira, que a Rússia ampliaria as ameaças contra integrantes da Otan.
O secretário-geral da Otan, Mark Rutte, afirmou que a pressão russa não reduzirá o apoio à Ucrânia.
Países europeus já adotam sanções econômicas, congelamento de ativos, expulsão de diplomatas e divulgação pública de ataques atribuídos a Moscou.
A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, defende punições mais firmes, maior proteção contra desinformação e recrutamento promovidos pela Rússia.
A Polônia, por sua vez, prometeu enviar à Ucrânia interceptadores Patriot adicionais após o ataque ao trem perto de sua fronteira, segundo a reportagem.
Foto: Пресс-служба Президента России/Wikimedia Commons (CC BY 4.0)
Para autoridades europeias, manter o apoio militar à Ucrânia é uma das formas de conter as ações russas.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, também declarou que a guerra poderá se expandir se os aliados não reagirem.
Foto: Влада на Република Северна Македонија/Wikimedia Commons (domínio público)