Foto: Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
Atualidades
Por Tiago da Silva Cândido · 24 de setembro de 2026
Economista afirma que o presidente usou o título de seu livro de 2019 em discurso e discute riscos à autonomia nacional.
Foto: Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
Foto: U.S. Department of State from United States/Wikimedia Commons (domínio público)
O colunista afirmou ter se sentido honrado pela referência ao título da obra e avaliou que a expressão pode se tornar um slogan da campanha eleitoral.
No artigo, o economista cita o território, a população e a economia brasileiros como elementos que, em sua avaliação, dão ao país relevância internacional.
Essas características, segundo ele, ajudam a explicar por que a defesa da soberania deve ser tratada como um tema central.
A análise traz críticas ao senador Flávio Bolsonaro, citado pelo colunista como candidato à Presidência.
Foto: Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
O texto também classifica a política externa dos Estados Unidos como agressiva e intervencionista.
Para o economista, uma eventual reeleição de Lula não eliminaria os desafios ligados à soberania.
O colunista sugere que esse esforço seja feito com recursos próprios e cooperação militar e tecnológica com França, Turquia, Irã, Rússia e China.
Foto: Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)