Bolsas de Nova York fecham em alta com impulso de ações de tecnologia
Bolsas de Nova York fecharam em alta, puxadas por tecnologia e inteligência artificial, apesar das preocupações com inflação e juros.
Bolsas de Nova York fecharam em alta, puxadas por tecnologia e inteligência artificial, apesar das preocupações com inflação e juros.
Ibovespa recuava 0,81% após IPCA-15 acima das projeções, queda do petróleo e cautela com o cenário fiscal e os juros nos EUA.
Minidólar WDOV26 subiu 0,49% em 24 de setembro; Treasuries, dólar externo e atuação do Banco Central seguem no radar.
Disputa entre Tata Sons e Tata Trusts envolve a presidência da holding e sua possível abertura de capital na Índia.
Taxas do Tesouro Direto avançam pelo terceiro dia, pressionadas por juros americanos, petróleo e cenário doméstico.
Venda global de títulos ganha força após dados dos EUA e alta do petróleo elevarem apostas em novos juros pelo Fed.
Ibovespa caiu 0,86% e fechou aos 185.814 pontos, com fluxo estrangeiro, cenário eleitoral e níveis técnicos no radar.
UBS BB elevou o preço-alvo da Petrobras para R$ 62, manteve compra e citou produção e dividendos como fatores positivos.
Petrobras informou resgate antecipado de títulos externos de 5,999%, com vencimento em 2028, em operação de cerca de US$ 1 bilhão.
Petróleo cai pelo sexto dia seguido, com Brent a US$ 98,32 e expectativa sobre conversas entre Estados Unidos e Irã.
Ações da Suzano subiram 2,81% após notícias de reajustes da celulose de US$ 20 na Ásia e US$ 50 nas Américas e Europa.
Ibovespa Futuro caía 0,21% na manhã de terça, com ata do Copom, pesquisa eleitoral e Boletim Macrofiscal no foco.